(English version below.)
As pessoas chegam até mim com questões que não cabem bem em respostas - sobre quem são, o que querem, porque as coisas se sentem como se sentem. Caminho ao lado delas, não à sua frente.
Com mais de duas décadas em liderança organizacional, estive presente nos momentos mais expostos de muitas pessoas - profissional e pessoalmente. Essa experiência foi moldando em mim uma curiosidade genuína sobre o que significa ser uma pessoa, não um papel, não um problema a resolver. É essa curiosidade que está agora no centro da forma como trabalho.
Tenho formação em abordagens que levam a sério a totalidade da experiência de cada um - o sentido sentido das coisas, as perguntas por baixo das perguntas, a liberdade que muitas vezes é mais difícil de suportar do que os próprios constrangimentos.
Trabalho em português e inglês, online, e trago para cada sessão o mesmo que peço às pessoas que encontro: presença, honestidade, e uma disponibilidade para ainda não saber.
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People come to me carrying questions that don't fit neatly into answers - about who they are, what they want, why things feel the way they feel. I work alongside them, not ahead of them.
With over two decades in organisational leadership, I've sat with people in their most exposed moments - professionally and personally. That experience shaped something in me: a genuine curiosity about what it means to be a person, not a role, not a problem to solve. That curiosity now lives at the heart of how I work.
I'm trained in approaches that take seriously the whole of a person's experience - the felt sense of things, the questions underneath the questions, the freedom that's often harder to bear than the constraints.
I work in Portuguese and English, online, and I bring to each session the same thing I ask of the people I meet: presence, honesty, and a willingness to not know yet.